DIRETORIA

Diretor Presidente

Luiz Henrique dos Santos Barbosa

Diretor Acadêmico

Paulo de Tarso Costa Henriques

Dirª. Administrativa

Jeanbelle Cavalcanti da Silva Costa

Diretor Financeiro

Hélcio Assis de Oliveira

PENSAMENTO DA DIREÇÃO

Raros foram os momentos em que, com tanta veemência, a Universidade Brasileira parou para olhar para si mesma como nos últimos anos. O despertar da consciência sobre a necessidade da qualidade no ensino reflete-se de forma incisiva no sistema de avaliação montado, sobretudo para o ensino de graduação. O “Provão” é a parte mais visível de todo um processo que está levando as IES a se conhecer melhor e a elevar seus níveis de qualidade.

O aprimoramento, as atualizações constantes, em um universo de mudanças aceleradas, são necessidades cada vez mais evidentes. Esta constatação só destaca a importância das discussões sobre a qualidade no ensino de graduação.

A ênfase à graduação se traduz não apenas no sistema de avaliação, mas, igualmente nos investimentos em recursos materiais e humanos, de modo que se permita aos atores envolvidos no processo avaliativo a descoberta e o uso de seu potencial.

Os cursos se constituem como programas institucionais organizados a partir de um currículo mais específico e direcionados a setores de profissionalização mais especializados. Portanto, ao definirmos a avaliação dos cursos e de seu projeto político-pedagógico, estamos necessariamente visando uma orientação para a ação, impulsionada por dois propósitos básicos: à avaliação de processo que busca corrigir distorções, do planejamento ao desenvolvimento e evolução do curso, em todos os seus aspectos; e à certificação, a validade e a qualidade do curso.

Atentando para os fins a que se destina - monitoração e aperfeiçoamento do processo de ensino e aprendizagem - a análise dos cursos supõe:

  • Avaliação interna (desenvolvida pelos integrantes da própria IES):
  • Avaliação do contexto;
  • Avaliação dos componentes curriculares, aí compreendida a avaliação docente;
  • Avaliação dos alunos.
  • Avaliação externa (feita por especialistas de diferentes áreas não vinculados à FESP):

Para avaliar um curso, é imprescindível atentar para a sua vinculação com o espaço e o tempo em que ele se desenvolve. A descrição das diferentes dimensões institucionais pode contribuir para conferir um poder explicativo aos outros dados a serem coletados.

Pretende-se, nos cursos, que a avaliação de contexto se realizará, inicialmente, com periodicidade anual e sob a coordenação de uma comissão especialmente designada para este fim. Esta comissão será assessorada por uma consultoria e deverá levantar, entre outros, os seguintes indicadores:

  • Condições de infraestrutura (espaço físico, recursos materiais e tecnológicos, espaços físicos especiais);
  • Indicadores do curso (relação oferta-demanda, taxa de produtividade, evasão);
  • Corpo docente (relação professor-aluno, qualificação, produção científica);
  • Corpo técnico-administrativo (número, qualificação, participação em instâncias de decisão);
  • Administração/gestão (instâncias, órgãos colegiados, participação, planejamento).

A avaliação dos componentes curricular pode ser entendida como uma extensão da avaliação de disciplinas e supõe ainda a avaliação de docentes. É uma coleta de dados que viabiliza a análise das experiências de aprendizagem propostas e vivenciadas por cada disciplina, cada prática, cada projeto que integra o curso. Será conduzida pelo colegiado do curso em cada período letivo, almejando atingir os seguintes objetivos:

  • Ajudar os professores a melhorar as condições de desenvolvimento do processo ensino/aprendizagem, instituindo treinamentos em didática e metodologia do ensino;
  • Auxiliar os administradores no processo de tomada de decisões;
  • Orientar os estudantes na escolha de disciplinas e atividades.

A coleta de dados envolverá professores e alunos e deverá ser planejada e executada de forma consensual, usando instrumentos tais como: escalas de classificação, formulários para auto-avaliação, diagnóstico por pequenos grupos, acompanhamento do processo de aprendizagem, etc.

O impacto das IES na aprendizagem e na vida profissional dos que as freqüentaram configura-se como o foco principal dos esforços dos educadores, administradores e especialistas em avaliação da aprendizagem e do desempenho discente. Apesar da ênfase na avaliação do processo, enquanto acompanhamento dos discentes em sua trajetória educacional, não se pode descuidar também dos resultados ou produtos educacionais.

Atualmente, a avaliação dos alunos ocorre através de processo seletivo para admissão, verificação contínua e somativa da aprendizagem, considerando a aquisição de informações e o desenvolvimento de habilidades, e avaliação dos egressos.

Os instrumentos que são utilizados para a coleta de dados, bem como os princípios e fins que orientam a análise, são indicados pelos docentes e administradores com a participação da representação estudantil.

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